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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A REDE PERMANECE E A SUSTENTABILIDADE NO SETOR PÚBLICO

O que o setor público está realmente fazendo para ser sustentável? Quais são os planejamentos? Os critérios? Os Indicadores? As ações? Os programas? Veja bem...

https://www.facebook.com/groups/redepermanece

#setorpúblico #gestãopública #sustentabilidade #permacultura #desenvolvimentosustentável #eleições2020

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Feira Agroecológica do Benfica terá edição especial


Realizada, quinzenalmente, aos sábados, pelo Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica, com agricultores familiares de diversas regiões do Ceará, e com apoio da Associação Alternativa Terrazul, a Feira acontecerá excepcionalmente neste domingo, 29 de agosto, das 8h às 14h.

O motivo da nova data é a inclusão da feira no encerramento da Semana de Arte Urbana do Benfica, que ocorrerá no domingo pelas ruas e praças do bairro. Além de praticar o consumo responsável de produtos sem agrotóxicos, quem estiver na Praça da Gentilândia vai curtir atrações como Tiago Gomes, Acidum, Projeto Caminhos de Iracema, Liquidificador sem tampa, entre outros.

Apesar da parceria, a feira continua oferecendo sua própria programação. Nesta edição, as atividades começam com prática de Yoga, seguem com aula de Biodança e terminam em um piquenique vegetariano. Ao longo do dia, “clowns” vão fazer atuações e malabarismo no ambiente da praça.

Para mais informações sobre a SAUB: http://meiofiopesquisaacao.blogspot.com

Sobre a feira agroecológica e o Grupo de Consumidores: http://consumidoresresponsaveis.blogspot.com

- – -

Contatos: (85) 3281 0246 – Alternativa Terrazul

terça-feira, 29 de junho de 2010

Feira Agroecológica do Benfica promove edição especial com a participação de 40 produtores da agricultura familiar


A feira tem sido referência de participação solidária e troca de experiência a partir de uma visão sustentável pautada no princípio ecológico, saudável e justo

Acontece neste sábado (03/07), das 8h às 17h, na Praça da Gentilândia, em Fortaleza, a Edição Especial da Feira Agroecológica de Consumo Responsável do Benfica com a participação de 40 produtores comprometidos com a produção livre de agrotóxicos.

O objetivo da feira é criar um espaço de diálogo sobre consumo consciente através de oficinas e atividades culturais, além de estimular a venda de produtos agroecológicos advindos da agricultura familiar.

A feira é organizada pelo Grupo de Consumidores Responsáveis do bairro Benfica juntamente com as bases de serviço e comercialização da agricultura familiar do Ceará. Os produtores garantem que todos os produtos vendidos na feira possuem um manejo diferenciado, livre de produtos tóxicos e com preços acessíveis aos consumidores.

Os consumidores poderão comprar produtos como hortaliças, verduras, frutas da época, polpas, doces, café orgânico, entre outros.

Atividades:

Para esta edição da feira será organizada uma oficina sobre consumo responsável e cooperativismo, ministrada pelo Instituto Kairós e Instituto de Revitalização do Trabalho (IRT) e o Lançamento Oficial do folder sobre Consumo Responsável no Estado no Ceará (Kairós).

Além disso, o Grupo de Consumidores responsáveis juntamente com a Associação Alternativa Terrazul promovem a Assembléia Geral do Grupo com os agricultores presentes no encontro. O objetivo da assembléia será avaliar o processo da feira, compartilhar experiências e aproximar o produtor do consumidor.

Serviço: Feira Agroecológica de Consumidores Responsáveis do Benfica

Quando: 03/07

Horário: das 8h às 17h

Onde: Praça da Gentilândia – (Rua 13 de Maio esquina com a Rua Waldery Uchôa) – Bairro Benfica – Fortaleza – CE

Levar: sua sacola retornável e garrafas PET para a campanha de produção de Vasos de plantas medicinais

Mais informações:

Blog: www.consumidoresresponsaveis.blogspot.com

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Feira Agroecológica do Benfica, Sábado, 05 de Junho


No dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, o grupo de consumidores responsáveis do bairro Benfica e produtores da agricultura familiar do Ceará promovem a Feira Agroecológica de Consumo Responsável, das 7h às 12h, na Praça da Gentilândia, em Fortaleza, como tem acontecido quinzenalmente.

A feira tem sido referência de participação solidária e troca de experiência a partir de uma visão sustentável pautada no princípio ecológico, saudável e justo.

O objetivo é criar um espaço de diálogo sobre consumo consciente através de oficinas e atividades culturais, além de estimular a venda de produtos agroecológicos advindos da agricultura familiar. Os produtores, que são articulados pelas Bases de Serviços e Comercialização (BSC) do estado, garantem que todos os produtos vendidos na feira possuem um manejo diferenciado, livre de agrotóxicos, e com preços acessíveis aos consumidores.

Atividades EcoSustentáveis

Nesta próxima feira será oferecida uma demonstração de como produzir um forno solar. O forno solar é uma alternativa para reduzir o consumo de energia elétrica, além de deixar os alimentos mais nutritivos e saborosos. A atividade será promovida pelo fotógrafo Zé Albano que há anos vem compartilhando sua experiência vivida na comunidade de Sabiaguaba. Além disso, a feira oferece uma sessão de yoga, um piquenique vegetariano para debater sobre alimentação natural e um momento de trocas solidárias onde cada um pode levar roupas, acessórios, livros, entre outros.

Feira Agroecológica de Consumidores Responsáveis do Benfica no Dia Mundial do Meio Ambiente

Quando: 05/06, das 7h às 12h

Onde: Praça da Gentilândia - (Rua 13 de Maio esquina com a Rua Waldery Uchôa) – Bairro Benfica - Fortaleza – CE

Levar: sacola retornável, roupas, acessórios e livros para trocar.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Plataforma política para a agricultura brasileira

De: igor conde <igorpconde@yahoo.com.br>
Data: 1 de junho de 2010 00:49
Assunto: [agroflorestal] Plataforma política para a agricultura brasileira
Para: GaeUfrrj Yahoogrupos <gaeufrrj@yahoogrupo s.com.br>

LATAFORMA POLÍTICA PARA A AGRICULTURA BRASILEIRA





As transformações do mundo nas últimas décadas fizeram com que o centro de acumulação do capital fosse para a esfera financeira e para as corporações transnacionais. Isso trouxe graves consequências e promoveu um enfrentamento crescente entre dois modelos de produção na agricultura. O modelo dos capitalistas é uma aliança entre grandes proprietários de terras, empresas transnacionais e sistema financeiro. As empresas fornecem insumos, compram os produtos, controlam o mercado e fixam preços dos produtos agrícolas.
Os grandes proprietários (cerca de apenas 40 mil, que possuem mais de mil hectares) entram com a terra, destruindo a biodiversidade e superexplorando os trabalhadores, para repartir a taxa de lucro da agricultura das empresas. Esse modelo foi autodenominado de agronegócio. Adota a monocultura, para ampliar a escala de produção, com o uso intensivo de venenos e maquinaria pesada. O agronegócio ainda aumenta a concentração da terra. O Censo de 2006 aponta que a concentração da terra é maior do que na década de 1920.
Propomos outro modelo de agricultura, que priorize a produção diversificada, máquinas agrícolas adequadas a pequenas unidades, agroindústrias cooperativadas e técnicas agroecológicas. Em vez de priorizar o lucro de grandes empresas e fazendeiros, temos que respeitar o equilíbrio do ambiente, produzir alimentos sadios, fortalecer o mercado interno, aproximando produtores e consumidores. Nossa proposta de Reforma Agrária Popular é a adoção desse modelo, e não apenas distribuir lotes para os sem-terra.
O que está em jogo é a organização da agricultura brasileira. Não se trata apenas de uma disputa da agricultura familiar e dos sem terras contra o latifúndio e o agronegócio. Esperamos que a sociedade compreenda as diferenças desses dois modelos agrícolas. Defendemos o desenvolvimento para a população que vive no meio rural, com preservação ambiental e produção de alimentos saudáveis. O agronegócio é incapaz de garantir isso.
É preciso, nesse período eleitoral, cobrar dos candidatos posições claras. Apresentamos abaixo a plataforma para a agricultura brasileira defendida pelos movimentos da Via Campesina.

PLATAFORMA POLÍTICA PARA A AGRICULTURA BRASILEIRA

Ao povo brasileiro e às organizações populares do campo e da cidade O atual modelo agrícola imposto ao Brasil pelas forças do capital e das grandes empresas é prejudicial aos interesses do povo. Ele transforma tudo em mercadoria: alimentos, bens da natureza (como água, terra, biodiversidade e sementes.) e se organiza com o único objetivo de aumentar o lucro das grandes empresas, das corporações transnacionais e dos bancos.
Nós precisamos urgentemente construir um novo modelo agrícola baseado na busca constante de uma sociedade mais justa e igualitária, que produza suas necessidades em equilíbrio com o meio ambiente. Por isso, fazemos algumas considerações e convidamos o povo brasileiro a refletir e decidir qual é o modelo de agricultura que quer para o nosso país.
I – A NATUREZA DO ATUAL MODELO AGRÍCOLA
O atual modelo agrícola, chamado de agronegócio, tem como principais características:
1.Organizar a produção agrícola sob controle dos grandes proprietários de terra e empresas transnacionais, que exploram os trabalhadores agrícolas e têm o domínio sobre: produção, comércio, insumos e sementes.
2.Priorizar a produção na forma de monocultivos extensivos, em grande escala, que afetam o ambiente e exige grandes quantidades venenos, que prejudicam a saúde e a qualidade dos alimentos. O Brasil consome mais de um bilhão de litros de veneno por ano, se transformando no maior consumidor mundial!
3.Organizar o monocultivo florestal, como o de eucalipto e pínus, que destroem o ambiente, a biodiversidade, estragam a terra, geram desemprego, destinando a produção para exportação, dando lucro para as transnacionais e nos deixando a degradação social e ambiental.
4.Incentivar a ampliação da área de monocultivo de cana-de-açúcar para produção de etanol, para exportação. Novamente, causando prejuízos ao ambiente, elevando o preço dos alimentos, a concentração da propriedade da terra e desnacionalizando o setor da produção do açúcar e álcool.
5.Difundir o uso das sementes transgênicas, que destroem a biodiversidade e eliminam todas as nossas sementes nativas. As sementes transgênicas não conseguem conviver com outras variedades e contaminam as demais, resultando, a médio prazo, a existência de apenas sementes controladas por empresas transnacionais. Com o controle das sementes, essas empresas cobram royalties, vendem agrotóxicos de suas próprias indústrias e pressionam governos a adotarem políticas dos seus interesses.
6.Incentivar o desmatamento da floresta amazônica e a destruição dos babaçuais, através da expansão da pecuária, soja, eucalipto e cana, e para exportação de madeira e minérios. Somos contra a lei que autoriza a exploração privada das florestas públicas.
Diante da gravidade da situação, denunciamos à sociedade brasileira:
1.O modelo do agronegócio protege a exploração do trabalho escravo, do trabalho infantil e a superexploraçã o dos assalariados rurais, sem garantir os direitos trabalhistas e previdenciários e as mínimas condições de transporte e de vida nas fazendas. Por isso, a bancada ruralista nunca aceitou votar o projeto que penaliza fazendas com trabalho escravo, já aprovado no Senado.
2.O projeto de lei do senador Sergio Zambiasi (PTB-RS), que pretende diminuir a proibição de propriedades estrangeiras na faixa de fronteira de todo pais, regularizam as terras em situação de ilegalidade e crime de empresas estrangeiras na fronteira, como a Stora Enso e a seita Moon.
3.As obras de transposição do Rio São Francisco visa apenas beneficiar o agronegócio, o hidronegócio e a produção para exportação, e a expansão da cana, na região nordeste, e não atende as necessidades dos milhões de camponeses que vivem no Semi-Árido.
4.A crescente privatização da propriedade da água por empresas, sobretudo estrangeiras, como a Nestlé, Coca-cola e Suez, entre outras.
5.O atual modelo energético prioriza as grandes hidrelétricas, principalmente na Amazônia, e transforma a energia em mercadoria. Privatiza, destrói e polui o ambiente, aumenta cada vez mais as tarifas da energia elétrica ao povo brasileiro, privilegia os grandes consumidores eletrointensivos e entrega o controle da energia às grandes corporações multinacionais, colocando em risco a soberania nacional.
6.As tentativas de modificação no atual Código Florestal, proposto pela bancada ruralista a serviço do agronegócio, autoriza o desmatamento das áreas, buscando apenas o lucro fácil.
7.As articulações das empresas transnacionais, falsas entidades ambientalistas e alguns governos do hemisfério Norte querem transformar o meio ambiente em simples mercadoria. E introduzir títulos de créditos de carbono negociáveis nas bolsas de valores - inclusive para isentar as empresas poluidoras do Norte - e gerar oportunidades de lucro para empresas do Sul, enquanto as agressões ao meio ambiente seguem livremente pelo capital.
8.As políticas que privatizam o direito de pesca, desequilibram o meio ambiente nos rios e no mar e inviabilizam a pesca artesanal, da qual dependem milhões de brasileiros.
9.A lei recentemente aprovada que legaliza a grilagem, regularizando as áreas públicas invadidas na Amazônia até 1500 hectares por pessoa (antes era permitido legalizar apenas até 100 hectares). Somos contra o projeto de lei do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que reduz a Reserva Florestal na Amazônia em cada propriedade de 80% para 50%.
II – PROPOMOS UM NOVO PROGRAMA PARA A AGRICULTURA BRASILEIRA
Um programa que seja baseado nas seguintes diretrizes:
1.Implementar um programa agrícola e hídrico, que priorize a soberania alimentar de nosso país, estimule a produção de alimentos sadios, a diversificação da agricultura, a Reforma Agrária, como ampla democratização da propriedade da terra, a distribuição de renda produzida na agricultura e fixação da população no meio rural brasileiro.
2.Impedir a concentração da propriedade privada da terra, das florestas e da água. Fazer uma ampla distribuição das maiores fazendas, instituindo um limite de tamanho máximo da propriedade de bens da natureza.
3.Assegurar que a agricultura brasileira seja controlada pelos brasileiros e que tenha como base a produção de alimentos sadios, a organização de agroindústrias na forma cooperativas em todos os municípios do país.

4.Incentivar a produção diversificada, na forma de policultura, priorizando a produção camponesa.
5.Adotar técnicas de produção que buscam o aumento da produtividade do trabalho e da terra, respeitando o ambiente e a agroecologia. Combater progressivamente o uso de agrotóxicos, que contaminam os alimentos e a natureza.
6.Adotar a produção de celulose em pequenas unidades, sem monocultivo extensivo, buscando atender as necessidades brasileiras, em escala de agroindústrias menores.
7.Defender a "política de desmatamento zero" na Amazônia e Cerrado, preservando a riqueza e usando os recursos naturais de forma adequada e em favor do povo que lá vive. Defender o direito coletivo da exploração dos babaçuais.
8.Preservar, difundir e multiplicar as sementes nativas e melhoradas, de acordo com nosso clima e biomas, para que todos os agricultores tenham acesso.
9.Penalizar rigorosamente todas as empresas e fazendeiros que desmatam e poluem o meio ambiente.
10.Implementar as medidas propostas pela Agência Nacional de Águas (Atlas do Nordeste), que prevê obras e investimentos em cada município do Semi-Árido, que com menor custo resolveria o problema de água de todos os camponeses e população residente na região.
11.Assegurar que a água, como um bem da natureza, seja um direito de todo cidadão. Não pode ser uma mercadoria e deve ser gerenciada como um bem público, acessível a todos e todas. Defendemos um programa de preservação de nossos aquíferos, como as nascentes das três principais bacias no cerrado, o aquífero guarani e a mais recente descoberta do aquífero alter do chão, na região amazônica.
12.Implementar um novo projeto energético popular para o país, baseado na soberania energética e garantir o controle da energia e de suas fontes a serviço do povo brasileiro. Assegurar que o planejamento, produção, distribuição da energia e de suas fontes estejam sob controle do povo brasileiro. Também, estimular todas as múltiplas formas de fontes de energia, com prioridade para as potencialidades locais e de uso popular. Exigir a imediata revisão das atuais tarifas de energia elétrica cobradas à população, garantindo o acesso a todos a preços compatíveis com a renda do povo brasileiro
13.Regularizar todas as terras quilombolas em todo país.
14.Proibir a aquisição de terras brasileiras por empresas transnacionais e "seus laranjas", acima do modulo familiar.
15.Demarcar imediatamente todas as áreas indígenas e promover a retirada de todos os fazendeiros invasores, em especial nas áreas dos guaranis no Mato Grosso do Sul.
16.Promover a defesa de políticas públicas para agricultura, por meio do Estado, que garantam:
a) Prioridade para a produção de alimentos para o mercado interno;
b) Preços rentáveis aos pequenos agricultores, garantindo a compra pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab);
c) Uma nova política de crédito rural, em especial para investimento nos pequenos e médios estabelecimentos agrícolas;
d) Uma política de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) definida a partir das necessidades dos camponeses e da produção de alimentos sadios;
e) Adequar a legislação sanitária da produção agroindustrial às condições da agricultura camponesa e das pequenas agroindústrias, ampliando as possibilidades de produção de alimentos;
f) Políticas publicas para a agricultura direcionadas e adequadas às realidades regionais.

17.Garantir a manutenção do caráter público, universal, solidário e redistributivista da seguridade social no Brasil, como garantia a todos trabalhadores e trabalhadoras da agricultura. Garantir o orçamento para a Previdência Social e a ampliação dos direitos sociais a todos trabalhadores e trabalhadoras, como os que estão na informalidade e os trabalhadores domésticos.
18.Rever o atual modelo de transporte individual, e desenvolver um programa nacional de transporte coletivo, que priorize os sistemas ferroviário, metrô, hidrovias, que usam menos energia, são menos poluentes e mais acessíveis a toda população.
19.Assegurar a educação no campo, implementando um amplo programa de escolarização no no meio rural, adequados à realidade de cada região, que busque elevar o nível de consciência social dos camponeses, universalizar o acesso dos jovens a todos os níveis de escolarização e, em especial, ao ensino médio e superior. Desenvolver uma campanha massiva de alfabetização de todos adultos.
20.Mudar os acordos internacionais da Organização Mundial do Comércio (OMC), União Europeia-Mercosul, convenções e conferencias no âmbito das Nações Unidas, que defendem apenas os interesses do capital internacional, do livre comércio, em detrimento dos camponeses e dos interesses dos povos do sul.
21.Aprovar a lei que determina expropriação de toda fazenda com trabalho escravo. Impor pesadas multas às fazendas que não respeitam as leis trabalhistas e previdenciárias. Revogação da lei que possibilita contratação temporária de assalariados rurais, sem carteira assinada.
Por trabalho, alimento sadio, preservação ambiental, um novo modelo agrícola e soberania nacional!
Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal - ABEEF
Conselho Indigenista Missionário - CIMI
Comissão Pastoral da Terra - CPT
Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil - FEAB
Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB
Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA
Movimento das Mulheres Camponesas - MMC
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST
Pastoral da Juventude Rural - PJR
Movimento dos Pescadores e Pescadoras do Brasil

 
Igor Pereira Conde
E-MAIL/MESSENGER: igorpconde@yahoo. com.br
SKYPE: igorpcondeSITE: http://agroecologia rj.blogspot. com
Agroecologia e Liberdade por um novo mundo!



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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Feira Agroecológica de Consumidores Responsáveis do Benfica promove oficina de Sucos Verdes e Alimentação Natural

Acontece neste próximo sábado (08/05), das 7h às 12h, na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica, Feira Agroecológica de Consumidores Responsáveis.

O objetivo da feira é promover um espaço de diálogo sobre consumo consciente através de oficinas e atividades culturais, além de estimular a venda e o consumo de produtos agroecológicos advindos da agricultura familiar do interior do Ceará. Os produtores que comercializam na feira agroecológica do Benfica são articulados pelas Bases de Serviços e Comercialização (BSC) do estado.

Atividades da Feira

Durante a feira deste próximo sábado está prevista a oficina de Sucos Verdes e Alimentação Natural promovida pela naturóloga Silviane Silverio e o pic nic vegetariano organizado pelo Movimento Vegetariano de Fortaleza. Lembrando que quem for participar da oficina deve levar sua caneca e comprar os produtos orgânicos na feira para aprender a produzir pratos alternativos com legumes, verduras e frutas e sucos naturais.

Feira Agroecológica de Consumidores Responsáveis do Benfica

Quando: 08/05

Horário: das 7h às 12h

Onde: Praça da Gentilândia – (Rua 13 de Maio esquina com a Rua Waldery Uchôa) – Bairro Benfica – Fortaleza – CE

Levar: sua sacola retornável e garrafas PET para a campanha de produção de Vasos de plantas medicinais

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sítio Vale da Biodiversidade - Mulungu - CE


Sítio Vale da Biodiversidade - Mulungu - Ceará
Wágner e Mayre convidam-no a conhecer esse belíssimo trabalho de mais de 10 anos de Permacultura, agroecologia e agricultura orgânica. Produtor da ADAO - Associação para o Desenvolvimento da Agropecuária Orgânica, o Sítio é um verdadeiro centro de conhecimento e prática ecológica.
Contato para visitas e hospedagem: 85 - 9991 8700.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Curso de Horta Orgânica com Ênfase em Astronomia Agrícola. Fortaleza CE

Curso de Horta Orgânica com Ênfase em Astronomia Agrícola.

Realizado pelo Grupo de ensino, pesquisa e extensão Agroecológico (GAUFC) e ministrado pelo Doutor João Batista Santiago Freitas. Especialista NAS ÁREAS DE BIOQUIMICA, FISIOLOGIA VEGETAL, SEMENTES, AGRICULTURA ORGANICA, ASTRONOMIA APLICADA A AGRICULTURA.

O curso ocorrerá do dia 6/7/9 ao dia 10/7/09 (segunda a sexta), no período das 8:00 as 12:00, seguido de um intervalo para almoço (não incluso), retomando das 13:00 as 17:00. Sendo assim teoria pela manhã e práticas pelo horário da tarde, totalizando 40 horas cursadas.

O valor da inscrição é de R$35,00: O cursista terá direito ao curso, material (pasta e CD com apostila) e certificado de 40 horas (somente serão entregues certificados dos participantes que atingirem 75% de presença no curso).

Vagas limitadas: 30

O grupo Agroecológico convida a todos os interessados a participarem dessa atividade, na qual temos certeza que será de grande acumulo para todos.

Inscrições com  Saskia: 87052488 –GAUFC.

Edilainy: 81171241 –GAUFC.

Coulbert Antonino Fargnoli: FEAB

                                              GAUFC

                                         PRA



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terça-feira, 2 de junho de 2009

II Fórum de Agroecologia - Rio Pomba - MG - PROGRAMAÇÃO



II Fórum de Agroecologia: Agroecologia e Desafios da Atualidade.

 

Dias 25, 26 e 27 de Junho de 2009.

 

PROGRAMAÇÃO*

Data/Local

Horário

Atividades

 

 

 

 

 

 

 

25/06

Quinta-feira

Salão Nobre

 

 

7h00 às 7h30

Entrega de materiais

7h30 às 8h30

Abertura oficial do Fórum

8h30 às 8h50

Café da manhã

 

8h50 às 9h50

Painel de Abertura: A questão Agrária no Brasil e a Agroecologia – João Pedro Stédile, coordenador da Via Campesina e membro da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

 

9h50 às 10h50

Agroecologia na prática da Associação dos Produtores Rurais de Tombos Produtores rurais

Feira de artesanato: Produção de artesãos da região.

10h50 às 11h

 

 Experiência no meio rural: Produção Agroecológica de Queijo – Luciano Carvalho Machado – Medeiros-  MG

 

12h às 13h00

Almoço

13h00 ás 17h00

Oficinas Simultâneas

Sala 1 – Prédio Agroecologia

 

Avaliação de Impacto Ambiental - Professor Elias Silva – DEF / UFV

Sala 2 – Prédio Agroecologia

 

Homeopatia - Maria de Lourdes - Comunidade Pombal, Guiricema, MG.

Sala 3 - Prédio Agroecologia

 

Secador Solar de Frutas – Tibério Barreira e Myriam Garcia Fernandino

Usina de reciclagem

 

Bokashi e outros defensivos naturais – Alex Vinícius de Almeida

26/06

Sexta-feira

 

8h00 às 11h00

 

Oficinas Simultâneas

Sala 1 - Prédio da Agroecologia

 

Créditos de Carbono: novas possibilidades de Investimento – Prof. Laércio Antônio Gonçalves Jacovine – DEF / UFV

Sala 2 – Prédio Agroecologia

 

Horticultura Orgânica Agroecológica – Patrícia Resende – Engenheira Agrônoma – UFV – Coautora dos livros: Manual de Horticultura orgânica e Cultivo Orgânico de Plantas medicinais

Sala 3 - Prédio Agroecologia

 

Vegetarianismo: Saúde integral – Itaciara Mendes Campos – Agrônoma, Terapeuta Homeopata – Viçosa-MG

12h às 13h00

Almoço

 

 

 

 

Salão Nobre

 

 

13h00 ás 15h30

O desenvolvimento da Agroecologia no âmbito de pesquisa e criação de tecnologias - José Antonio Azevedo Espíndola - Embrapa Agrobiologia - Seropédica/RJ

15h30 às 15h50

Café da Tarde

15h50 às 17h00

Maximização dos recursos da pequena propriedade agrícola para obtenção de biodisel - Arnaldo Prata Neiva Júnior - Diretor Geral IFET Sudeste Campus – Rio Pomba

 

Vila - IFET

19h30

Momento cultural

 

 

 

 

 

27/06

Sábado

Salão Nobre

 

8h00 às 9h30

Debates em Mesas Redondas

 

Tema 1: A questão dos transgênicos e a Agroecologia

Tema 2: Produção de alimentos x produção de energia: o desafio do século XXI

9h30 às 9h50

Café da manhã

 

9h50 às 11h00

As questões socio-ambientais frente aos interesses das Indústrias Agroquímicas

Sebastião Pinheiro - ambientalista da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN)

 

 

11h às 12h00

Encerramento

 

12h às 13h

Almoço

 

* Programação sujeita a mudanças.

Rio Pomba, 29 de maio de 2009.


Aline Toledo Costa

Coordenadora do II Fórum de Agroecologia

 

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais – IFET Campus Rio Pomba.

Rua Dr. José Sebastião da Paixão, s/n° - Lindo Vale - 36180-000 Rio Pomba – MG.

CEP: 36180 000 – Fone: (32) 3571 5700

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

CAPACITAÇÃO MAP: MULTIPLICADORES DE AGROECOLOGIA E PERMACULTURA

Compareceram à reunião de seleção para a capacitação mais de 50 pessoas e foram selecionadas 25. O primeiro final de semana, módulo 1, será nos dias 11 e 12 de Outubro de 2008.
Você é nosso convidado para participar da 1ª Capacitação de Multiplicadores em Permacultura e Agroecologia a ser realizada pela Estação Permacultural Agroecológica.

Reunião: Dia 24 de setembro
Horário: 07:30 hs
Local: EPA – Sítio Boa Água - Aratuba

1ª Capacitação de Multiplicadores em Permacultura e Agroecologia

Carga horária: 120 horas/aula
Módulos mensais

Conteúdos:
Módulo I - Introdução à Permacultura e Agroecologia.
Módulo II - Diagnóstico Participativo.
Módulo III - Manejo Permacultural e Agroecológico da Propriedade Familiar.
Módulo IV - Técnicas Permaculturais.
Módulo V - Técnicas Agroecológicas.Módulo
VI - Planejamento Permacultural.